
Este livro apresenta uma boa narrativa e vale a pena ser lido (depois dele leia "O Senhor dos anéis!!! rsrsr).


Leitura estressante no melhor sentido da palavra!!! É emocionante este relato.
Estou alucinada por este livro: "Os últimos dias dos Romanov". Ele nos tele-transporta para a Rússia dos czares e da revolução. É uma história real que embala o leitor a esperar o final feliz... mas, sabemos que isso não vai acontecer! Ou vai? LEIA.... VALE A PENA.
Na madrugada de 17 de julho de 1918, a família imperial russa é acordada às pressas e levada ao porão da casa Ipatiev, sua prisão em Ecaterimburgo. Em primeiro seguia o czar Nicolau II, com o filho Alexei no colo. Vinte e três degraus, um para cada ano de seu desastroso reinado, o separavam do destino coletivo da família. No abafado cômodo, um dos mais famosos e brutais assassinatos políticos da história ganharia contornos de um cruel banho de sangue.
Após quase duas semanas aprisionado na industrial e bolchevique cidade dos Urais, Nicolau Alexandrovich Romanov se tornaria o último czar de todas as Rússias. Mas como teriam sido os últimos momentos da família? Apesar dos aspectos gerais do reinado de Nicolau serem conhecidos, pouco se sabe sobre esses seus dias finais. Desde o princípio distorcidos por uma rede sistemática de mentiras, confusões, lapsos e desinformações oficiais.
Especialista em história russa, Helen Rappaport disseca os quatorze dias da prisão domiciliar dos Romanov: tanto o clima claustrofóbico no interior de Ipatiev— o homem que um dia governara 22 milhões de metros quadrados reinava sobre um único aposento — quanto as manobras políticas de seus aliados e inimigos. As janelas pintadas de branco e uma alta paliçada impediam o contato com o mundo exterior. Jornais e a troca de cartas eram proibidos.
Com acesso ao depoimento de várias testemunhas-chave, Helen revela o papel de Lênin na execução. Mostra, ainda, como os Romanov e seus carcereiros desenvolveram uma relação complexa. Alguns achavam difícil associar o rosto dócil de Nicolau, e de suas lindas filhas, com o que a propaganda bolchevique lhes havia incutido. Jovens soldados não resistiram ao charme das grã-duquesas russas em flertes que preocuparam a czarina.
Peões indefesos de um jogo político que não levava em conta seu destino como pessoas, apenas como participantes de acontecimentos políticos maiores, os Romanov chegaram ao fim despidos de todo a pompa. A cada dia mais unidos e resignados, extremamente religiosos, morreram como uma família. Seu assassinato, o início de uma orgia de terror e represálias sangrentas que caracterizaria a guerra civil russa.


A expressão Curriculum Vitae vem do latim onde “vitae” é vida e “curriculum” tem o sentido de trajetória, curso ou carreira. Logo, se fôssemos traduzir a tal expressão seria algo como “a trajetória da vida”.
No francês, também é chamado de Résumé que quer dizer “resumo”, ou seja, o resumo da sua trajetória de vida profissional. Pode ser encontrado abreviado como CV e ainda como currículo - adaptação na língua portuguesa – a qual é a mais vantajosa, uma vez que temos o plural “currículos” em contraposição com o latino “curricula vitae”.
Então, o Curriculum Vitae terá como objetivo trazer uma síntese das qualificações, experiências profissionais, formação acadêmica e dados pessoais. Neste último, não se usa mais colocar naturalidade, filiação, no caso de RG e CPF, só quando solicitado, caso contrário, não é necessário. A foto, que foi banida há algum tempo, volta com ênfase total e permite até mesmo um leve sorriso.
O importante é que o empregador tenha um perfil do candidato, sem mesmo conhecê-lo pessoalmente. O CV é como se fosse a primeira porta aberta na conquista do emprego e, por isso, é essencial.
Atualmente, há programas que permitem a elaboração de currículo, o qual é entregue diretamente ao responsável via on-line. No entanto, o digitado e impresso ainda é o mais utilizado, mesmo que enviado por e-mail.
Seja claro e objetivo, não “faça rodeios”, como dizem. Revise seu CV para verificar se não ficou erros de ortografia. Não rasure, nem passe corretivo. Cuidado para não amassá-lo, de preferência coloque dentro de uma pasta plástica. Seja simples e objetivo, escreva o necessário de maneira clara.
A estrutura do Curriculum Vitae apresenta-se, hoje em dia, da seguinte forma:
a) Dados pessoais: Nome, idade, estado civil, endereço, telefones e e-mail, foto (tamanho 3x4) ao lado. Se colocar telefone de recado, especifique o nome da pessoa responsável.
b) Objetivos: Especifique seus objetivos no cargo pretendido.
c) Qualificações: Neste espaço você coloca suas qualificações, suas qualidades profissionais, dê em média 5 exemplos (habilidade com pessoas, excelente escrita, boa comunicação verbal, etc.)
d) Escolaridade: Formação Acadêmica: coloque somente a última formação. (Ex: superior incompleto em Ciências Econômicas, período, ano de conclusão). Caso tenha pós-graduação, especifique-a.
e) Cursos de aperfeiçoamento: Seminários, palestras, simpósios, etc. (desde que tenha certificado). Coloque só os dois últimos ou o que o ajudaria no emprego almejado.
f) Idiomas e Informática: Neste local, só especifique o seu nível de inglês. Se for só o básico, é melhor não colocar. No caso da Informática, indique os cursos que fez ou que domina.
g) Experiência Profissional: Coloque só as três últimas, se tiver.
h) Referência Profissional: De preferência do último ou penúltimo emprego. Coloque o nome e telefone de contato do ex-chefe, ou ex-diretor. Alguém que possa falar bem de sua vida profissional dentro da empresa.
Por fim, se houver necessidade, especifique a pretensão salarial. Nunca coloque “a combinar”, pois se o empregador está solicitando, é porque quer saber. Na dúvida, pesquise os salários pagos no mercado para a função almejada.
Observação importante: O CV deve ter no máximo 2 folhas inteiras! E mais: toda informação deve ser verídica! Nunca invente nada, mesmo porque se for testado na entrevista a respeito de algo que declarou falsamente, irá passar vergonha!

É a parte da Gramática Normativa que estuda a relação entre dois termos, verificando se um termo serve de complemento a outro. A palavra ou oração que governa ou rege as outras chama-se regente ou subordinante;
os termos ou oração que dela dependem são os regidos ou subordinados.
Ex.: Aspiro o perfume da flor. (cheirar)/ Aspiro a uma vida melhor. (desejar)
| Regência Verbal |
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| 1- Chegar/ ir – deve ser introduzido pela preposição a e não pela preposição em. 2- Morar/ residir – normalmente vêm introduzidos pela preposição em. 3- Namorar – não se usa com preposição. 4- Obedecer/desobedecer – exigem a preposição a. 5-Simpatizar/ antipatizar – exigem a preposição com. |
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| Estes verbos não são pronominais, portanto, são considerados construções erradas quando aparecem acompanhados de pronome oblíquo: Simpatizo-me com Lúcio./ Antipatizo-me com meu professor de História. | ||
6- Preferir - este verbo exige dois complementos sendo que um usa-se sem preposição e o outro com a preposição a.
Ex.: Prefiro dançar a fazer ginástica.
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Verbos que apresentam mais de uma regência
1 - Aspirar
a- no sentido de cheirar, sorver: usa-se sem preposição. Ex.: Aspirou o ar puro da manhã.
b- no sentido de almejar, pretender: exige a preposição a. Ex.: Esta era a vida a que aspirava.
2 - Assistir
a) no sentido de prestar assistência, ajudar, socorrer: usa-se sem preposição. Ex.: O técnico assistia os jogadores novatos.
b) no sentido de ver, presenciar: exige a preposição a.
Ex.: Não assistimos ao show.
c) no sentido de caber, pertencer: exige a preposição a.
Ex.: Assiste ao homem tal direito.
d) no sentido de morar, residir: é intransitivo e exige a preposição em.
Ex.: Assistiu em Maceió por muito tempo.
3 - Esquecer/lembrar
a- Quando não forem pronominais: são usados sem preposição.
Ex.: Esqueci o nome dela.
b- Quando forem pronominais: são regidos pela preposição de.
Ex.: Lembrei-me do nome de todos.
4 - Visar
a) no sentido de mirar: usa-se sem preposição. Ex.: Disparou o tiro visando o alvo.
b) no sentido de dar visto: usa-se sem preposição. Ex.: Visaram os documentos.
c) no sentido de ter em vista, objetivar: é regido pela preposição a.
Ex.: Viso a uma situação melhor.
5 - Querer
a) no sentido de desejar: usa-se sem preposição. Ex.: Quero viajar hoje.
b) no sentido de estimar, ter afeto: usa-se com a preposição a.
Ex.: Quero muito aos meus amigos.
6 - Proceder
a) no sentido de ter fundamento: usa-se sem preposição.
Ex.: Suas queixas não procedem.
b) no sentido de originar-se, vir de algum lugar: exige a preposição de.
Ex.: Muitos males da humanidade procedem da falta de respeito ao próximo.
c) no sentido de dar início, executar: usa-se a preposição a.
Ex.: Os detetives procederam a uma investigação criteriosa.
7 - Pagar/ perdoar
a) se tem por complemento palavra que denote coisa: não exigem preposição. Ex.: Ela pagou a conta do restaurante.
b) se tem por complemento palavra que denote pessoa: são regidos pela preposição a. Ex.: Perdoou a todos,
8 - Informar
a) no sentido de comunicar, avisar, dar informação: admite duas construções:
1) objeto direto de pessoa e indireto de coisa (regido pelas preposições de ou sobre). Ex.: Informou todos do ocorrido.
2) objeto indireto de pessoa ( regido pela preposição a) e direto de coisa. Ex.: Informou a todos o ocorrido.
9 - Implicar
a) no sentido de causar, acarretar: usa-se sem preposição.
Ex.: Esta decisão implicará sérias conseqüências.
b) no sentido de envolver, comprometer: usa-se com dois complementos, um direto e um indireto com a preposição em.
Ex.: Implicou o negociante no crime.
c) no sentido de antipatizar: é regido pela preposição com.
Ex.: Implica com ela todo o tempo.
10- Custar
a) no sentido de ser custoso, ser difícil: é regido pela preposição a. Ex.: Custou ao aluno entender o problema.
b) no sentido de acarretar, exigir, obter por meio de: usa-se sem preposição. Ex.: O carro custou-me todas as economias.
c) no sentido de ter valor de, ter o preço: usa-se sem preposição.
Ex.: Imóveis custam caro.
| Regência Nominal |
| Alguns nomes também exigem complementos preposicionados. Conheça alguns: acessível a acostumado a, com adaptado a, para afável com, para com aflito com, em, para, por agradável a alheio a, de alienado a, de alusão a amante de análogo a ansioso de, para, por apto a, para atento a, em aversão a, para, por ávido de, por benéfico a capaz de, para certo de compatível com compreensível a comum a, de constante em contemporâneo a, de contrário a curioso de, para, por desatento a descontente com desejoso de desfavorável a devoto a, de diferente de difícil de digno de entendido em equivalente a erudito em escasso de essencial para estranho a fácil de favorável a fiel a firme em generoso com grato a hábil em habituado a horror a hostil a idêntico a impossível de impróprio para imune a incompatível com inconseqüente com indeciso em independente de, em indiferente a indigno de inerente a insaciável de leal a lento em liberal com medo a, de natural de necessário a negligente em nocivo a ojeriza a, por paralelo a parco em, de passível de perito em permissivo a perpendicular a pertinaz em possível de possuído de posterior a preferível a prejudicial a prestes a propenso a, para propício a próximo a, de relacionado com residente em responsável por rico de, em seguro de, em semelhante a sensível a sito em suspeito de útil a, para versado em |